DICAS PARA ESCOLHER A ESCOLINHA

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No próximo mês, muitas crianças começam uma importante etapa em suas vidas. Começa mais um ano letivo e muitos pais se sentem perdidos em relação à escolha de uma boa escola, afinal, muitas das vezes após iniciar o período escolar, as crianças passam a maior parte do dia no ambiente.

É muito importante que acima de qualquer dica, a escolha seja feita pelos pais e que uma boa visita seja feita na escola, diante de uma reunião onde possa ser retirado toda e qualquer dúvida que eles venham a ter.

1- LOCAL: a proximidade com o trabalho ou a sua casa é um fator importante.É preciso investigar se a instituição, na qual pretendem matricular seus filhos, está em condições adequadas e se possui licença de funcionamento da prefeitura, do Corpo de Bombeiros, e da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), a qual fiscaliza a cozinha e o lactário.

2- ESPAÇO: Prefira estabelecimentos  que sejam claros. Claridade, insolação e ventilação adequada para o bem estar do bebê. "Casas geminadas e sobrados não são, exatamente, as melhores opções. "Escadas e janelas com terraços são sempre riscos a serem evitados, uma vez que a segurança desses locais depende, integralmente, da presença de um adulto”, explica Maria. Cubas, pias e vasos sanitários devem ser adaptados à altura das crianças.

3 - EQUIPE PEDAGÓGICA: Outro ponto que os pais devem questionar é o preparo dos profissionais. Eles têm formação acadêmica adequada para exercer a função que ocupam? De acordo com o Conselho Nacional de Educação (CNE), as escolas devem ter ao menos um professor para cada seis a oito crianças (de 0 a 1 ano), um professor para 15 crianças (de 2 a 3 anos) e um professor para cada 20 crianças (de 4 a 5 anos).

4- LAZER: É recomendável que a instituição de ensino tenha uma área verde bem cuidada e que os parques contemplem piso adequado e brinquedos que atendam às várias faixas etárias. Os tanques de areia devem ser protegidos à noite com capas de lona para evitar contato com dejetos de animais como gatos. “Jardins agradáveis e cuidados com supervisão de um engenheiro agrônomo também são um diferencial”, diz Maria. Para os dias frios e chuvosos, é importante ver se a escola oferece salas internas de recreação, com piso confortável ao toque e capacidade de absorver impactos.

5- ALIMENTAÇÃO: Tanto em berçários quanto nas escolas de educação infantil, o local para se fazer as as refeições deve ser amplo,ventilado e protegido do calor. Para os bebês, bancadas para apoio dos pratos devem permitir que os adultos permaneçam de frente para as crianças para alimentá-las, garantindo a interação social sem, contudo, ficarem muito próximos a elas. Para crianças maiores, que podem se alimentar sozinhas, ou com supervisão, é indicado o uso de mesas e cadeiras infantis; afinal, esse espaço deve promover a interação social entre os pequenos.

6- ATIVIDADES EXTRA CURRICULARES: Alguns berçários possuem aulas como ioga, musicalização, estimulação motora e experiências que envolvem os sentidos. Aulas extracurriculares podem ser oferecidas para o desenvolvimento da criança.

7- ESCOLA BILÍNGUE: É um fator que pode determinar na escolha. Afinal, como nesta fase há uma grande plasticidade neuronal é natural que pais tenham interesse em escolas bilíngues. No entanto, a psicóloga alerta para que o aprendizado não seja forçado e que pais optem por instituições em que tanto o português como o inglês sejam valorizados. O inglês, portanto, deve ser um benefício extra para o aluno.

E vocês, já escolheram a escola do seu filho?

** Post com contribuição da psicológa Maria Guimarães Drummond Gruppi.


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